terça-feira, 17 de maio de 2011
Hymne à la vie - A canção Sublime
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Somos filhos da Perfeição!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Bhagavad Gita - A Canção Sublime

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reencarnação

Quando nascemos neste mundo, nos é dada a quantidade exata de tempo necessária para completar nosso trabalho espiritual.
Cada um de nós possui tarefas específicas a realizar, e elas podem ser diferentes para cada um, mas a cabala nos diz que nossa transformação pode ser completada em uma vida.
Temos tempo suficiente, mas também não temos tempo a perder.
Infelizmente, a maioria de nós não usa o tempo muito bem.
Todo dia a vida nos distrai do nosso propósito maior.
À medida que os anos passam, podemos alcançar parte da nossa transformação, ou talvez nenhuma.
Mas o fato é que a maioria de nós parte dessa vida sem completar a tarefa que veio realizar.
Podemos até mesmo ter ido em direção totalmente oposta, nos distanciando do nosso propósito.
A cabala ensina que retornaremos a esse mundo em muitas encarnações, até que alcancemos a transformação completa.
O trabalho incompleto nessa vida é carregado novamente para uma vida futura, até que a tarefa de transformação seja realizada.
A reencarnação é um princípio da cabala.
O mundo e o lugar que ocupamos nele não pode ser compreendido sem esse princípio chave.
Como sempre, o que é verdadeiro para uma única alma humana também é verdadeiro para toda a humanidade. Enquanto qualquer um de nós ficar para trás no processo de transformação, continuaremos a participar do ciclo de nascimento, morte e renascimento – bem como a humanidade como um todo, até que exista uma massa crítica de pessoas realmente iluminadas que eliminem a dor e a morte para sempre.
A possibilidade de reencarnação não é uma licença para ignorar nossas responsabilidades espirituais nessa vida. Pelo contrário, a reencarnação deve ser um incentivo para completar nossas tarefas espirituais tão rapidamente quanto possível, cuidar do trabalho de transformação e viver vidas mais compassivas e compartilhadoras. Somente assim podemos sair da roda de chegada e partida no mundo e nos livrar da dor que inevitavelmente a acompanha.
sábado, 19 de março de 2011
Einstein - uma fé absoluta

O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual temem o castigo - uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido, da lei de causalidade de qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos em todos os tempos.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Despedidas...
Talvez quatro, ou cinco vezes mais? Talvez nem isso. Quantas vezes mais você vai assistir o nascer da lua cheia? Talvez vinte anos. E, no entanto tudo parece não ter limites ... "
