terça-feira, 17 de maio de 2011

Hymne à la vie - A canção Sublime

O Bhagavad Gita, isto é a Sublime Canção, também designada a Canção do Senhor, ou a Mensagem do Mestre, é uma das obras mais importantes que existem no mundo. Neste livro Krishna explica a verdadeira natureza humana e sua relação com Deus.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Somos filhos da Perfeição!



“Deus é perfeito e, sendo assim, nos criou perfeitos. A perfeição jamais poderia dar origem à imperfeição, do contrário, não seria perfeição. Porém, nós, ao nos distanciarmos de nossa essência perfeita, manifestamos em nossas vidas imperfeições e, o pior, nos identificamos com elas, achando que tais imperfeições somos nós.

Esta ilusão provém de condicionamentos que carregamos ao longo de inúmeras vidas, que causam uma separação de nós mesmos de nossa essência Divina, Perfeita.

Quando despertamos para a realidade de que trazemos a centelha Divina e perfeita no âmago de nosso ser, e de que esta centelha é nossa verdadeira essência, estamos no caminho da verdadeira “Religião”, cujo significado é “religar o homem a Deus”.

Religados à nossa verdadeira essência, a essência Divina, estaremos religados a Deus, e passaremos a manifestar Sua Perfeição em nossas vidas.
A centelha divina reluzirá dentro de nós e se expandirá, iluminando não apenas a nós mesmos, mas também a todos aqueles que estiverem ao nosso redor...”
(autor desconhecido)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bhagavad Gita - A Canção Sublime


“... Mas, quem a Mim unicamente adora e em Mim procura o refúgio, lhe darei a Ventura imperecível.
Entretanto, não te esqueças, ó caríssimo! de que mesmo aquele que adora outros deuses, porque não Me conhece, a Mim adora, sem o saber. Se ele assim faz com fé e amor, Eu aceito a sua adoração e o recompenso segundo seu merecimento.
Pois Eu sou o Senhor de todos os sacrifícios, e recebo-os todos. Mas aqueles que não Me conhecem em verdade, não podem chegar a Mim, e, por isso, hão de caminhar de renascimento em renascimento.
Cada um chega ao objeto de sua devoção. os que adoram os antepassados, com eles morarão. Os que adoram os espíritos inferiores, à sua esfera irão. E aqueles que adoram a Mim, em minha Essência, comigo se unirão.
Sabe também, ó Arjuna! que Eu aceito toda a oferenda que se Me faça com amor: seja uma folha, uma flor, uma fruta ou apenas gotas de água. Eu não olho o valor da oferenda, mas olho o coração de quem a faz.
Por isso, qualquer coisa que faças, quer comas ou bebas, quer recebas ou dês, quer jejues ou ores, sempre pensa em Mim e oferece tudo a Mim.
E oferecendo a Mim todas as tuas ações, serás livre dos vínculos da ação e das suas consequências. A tua mente torna-se, assim bem equilibrada e harmonizada, e capaz de unir-se a Mim.
A todos os meus filhos no mundo, a todos os viventes, Eu olho com igual amor e simplicidade. Todos Me são igualmente caros, não repilo a ninguém e a ninguém prefiro. Aqueles porém, que Me adoram e a Mim se dedicam, esses estão em Mim e Eu neles.
Se um grande pecador a Mim se dirige e Me dedica o amor de sua alma, é digno de louvor, porque procura a verdade.
Em breve ele encontrará o caminho da retidão e, trilhando-o com perseverança, alcançará a Paz Eterna; pois Eu não abandono a nenhum dos que Me adoram em verdade.
Cada um que a Mim se dirige, acha em Mim o refúgio, e anda pelo soberano caminho, mesmo que nascido de família pecadora, seja homem ou mulher, rústico ou peão.
Tanto mais os santos brâmanes e os pios reis sábios! Compreende isto, ó prícipe! e considera esta terra como uma morada passageira, transitória.
Conhece-Me, adora-Me, fixa em Mim a tua mente e sem distração une a tua vontade à Minha, e nesta união encontrarás a mais perfeita felicidade da tua vida.”

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Reencarnação


Quando nascemos neste mundo, nos é dada a quantidade exata de tempo necessária para completar nosso trabalho espiritual.

Cada um de nós possui tarefas específicas a realizar, e elas podem ser diferentes para cada um, mas a cabala nos diz que nossa transformação pode ser completada em uma vida.

Temos tempo suficiente, mas também não temos tempo a perder.

Infelizmente, a maioria de nós não usa o tempo muito bem.

Todo dia a vida nos distrai do nosso propósito maior.

À medida que os anos passam, podemos alcançar parte da nossa transformação, ou talvez nenhuma.

Mas o fato é que a maioria de nós parte dessa vida sem completar a tarefa que veio realizar.

Podemos até mesmo ter ido em direção totalmente oposta, nos distanciando do nosso propósito.

A cabala ensina que retornaremos a esse mundo em muitas encarnações, até que alcancemos a transformação completa.

O trabalho incompleto nessa vida é carregado novamente para uma vida futura, até que a tarefa de transformação seja realizada.

A reencarnação é um princípio da cabala.

O mundo e o lugar que ocupamos nele não pode ser compreendido sem esse princípio chave.

Como sempre, o que é verdadeiro para uma única alma humana também é verdadeiro para toda a humanidade. Enquanto qualquer um de nós ficar para trás no processo de transformação, continuaremos a participar do ciclo de nascimento, morte e renascimento – bem como a humanidade como um todo, até que exista uma massa crítica de pessoas realmente iluminadas que eliminem a dor e a morte para sempre.

A possibilidade de reencarnação não é uma licença para ignorar nossas responsabilidades espirituais nessa vida. Pelo contrário, a reencarnação deve ser um incentivo para completar nossas tarefas espirituais tão rapidamente quanto possível, cuidar do trabalho de transformação e viver vidas mais compassivas e compartilhadoras. Somente assim podemos sair da roda de chegada e partida no mundo e nos livrar da dor que inevitavelmente a acompanha.

Por: Yehuda Berg

sábado, 19 de março de 2011

Einstein - uma fé absoluta



O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual temem o castigo - uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido, da lei de causalidade de qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos em todos os tempos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Despedidas...

Porque nós não sabemos quando vamos morrer, nós começamos a pensar na vida como um inesgotável bem. No entanto, tudo acontece apenas um certo número de vezes, e um número muito pequeno mesmo. Quantas vezes mais você vai lembrar de uma certa tarde de sua vida, uma tarde que é tão profundamente uma parte do seu ser que você não pode sequer conceber sua vida sem ela? .......
Talvez quatro, ou cinco vezes mais? Talvez nem isso. Quantas vezes mais você vai assistir o nascer da lua cheia? Talvez vinte anos. E, no entanto tudo parece não ter limites ... "