quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Amor - a única escolha possível
Podemos seguir o caminho que quisermos, mas todos conduzem numa mesma direção: à Fonte. No fim das contas a gente cansa de sofrer e quer saber como escapar disso. Aprendemos o inevitável: sem amor, não há felicidade. E desenvolvemos sabedoria pra fazer melhores escolhas. Portanto, esse negócio de livre-arbítrio vai só até a página 2, porque em algum momento vamos ter que optar pelo AMOR.
(autor desconhecido)
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A serenidade
Herman Hesse.
"A serenidade não é feita nem de troça nem de narcisismo, é conhecimento
supremo e amor, afirmação da realidade, atenção desperta junto à borda dos
grandes fundos e de todos os abismos; é uma virtude dos santos e dos
cavaleiros, é indestrutível e cresce com a idade e a aproximação da morte.
É o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte.
O poeta que celebra, na dança dos seus versos, as magnificências e os terrores
da vida, o músico que lhes dá os tons de duma pura presença, trazem-nos a luz;
aumentam a alegria e a clareza sobre a Terra, mesmo se primeiro nos fazem
passar por lágrimas e emoções dolorosas. Talvez o poeta cujos versos nos
encantam tenha sido um triste solitário, e o músico um sonhador melancólico:
isso não impede que as suas obras participem da serenidade dos deuses e das
estrelas. O que eles nos dão, não são mais as suas trevas, a sua dor ou o seu
medo, é uma gota de luz pura, de eterna serenidade. Mesmo quando povos
inteiros, línguas inteiras, procuram explorar as profundezas cósmicas em mitos,
cosmogonias, religiões, o último e supremo termo que poderão atingir é essa
serenidade.
Hermann Hesse, in 'O Jogo das Contas de Vidro'
(colaboração: Ivanildo Assis)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Hymne à la vie - A canção Sublime
O Bhagavad Gita, isto é a Sublime Canção, também designada a Canção do Senhor, ou a Mensagem do Mestre, é uma das obras mais importantes que existem no mundo. Neste livro Krishna explica a verdadeira natureza humana e sua relação com Deus.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Somos filhos da Perfeição!
“Deus é perfeito e, sendo assim, nos criou perfeitos. A perfeição jamais poderia dar origem à imperfeição, do contrário, não seria perfeição. Porém, nós, ao nos distanciarmos de nossa essência perfeita, manifestamos em nossas vidas imperfeições e, o pior, nos identificamos com elas, achando que tais imperfeições somos nós.
Esta ilusão provém de condicionamentos que carregamos ao longo de inúmeras vidas, que causam uma separação de nós mesmos de nossa essência Divina, Perfeita.
Quando despertamos para a realidade de que trazemos a centelha Divina e perfeita no âmago de nosso ser, e de que esta centelha é nossa verdadeira essência, estamos no caminho da verdadeira “Religião”, cujo significado é “religar o homem a Deus”.
Religados à nossa verdadeira essência, a essência Divina, estaremos religados a Deus, e passaremos a manifestar Sua Perfeição em nossas vidas.
A centelha divina reluzirá dentro de nós e se expandirá, iluminando não apenas a nós mesmos, mas também a todos aqueles que estiverem ao nosso redor...”
(autor desconhecido)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Bhagavad Gita - A Canção Sublime

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reencarnação

Quando nascemos neste mundo, nos é dada a quantidade exata de tempo necessária para completar nosso trabalho espiritual.
Cada um de nós possui tarefas específicas a realizar, e elas podem ser diferentes para cada um, mas a cabala nos diz que nossa transformação pode ser completada em uma vida.
Temos tempo suficiente, mas também não temos tempo a perder.
Infelizmente, a maioria de nós não usa o tempo muito bem.
Todo dia a vida nos distrai do nosso propósito maior.
À medida que os anos passam, podemos alcançar parte da nossa transformação, ou talvez nenhuma.
Mas o fato é que a maioria de nós parte dessa vida sem completar a tarefa que veio realizar.
Podemos até mesmo ter ido em direção totalmente oposta, nos distanciando do nosso propósito.
A cabala ensina que retornaremos a esse mundo em muitas encarnações, até que alcancemos a transformação completa.
O trabalho incompleto nessa vida é carregado novamente para uma vida futura, até que a tarefa de transformação seja realizada.
A reencarnação é um princípio da cabala.
O mundo e o lugar que ocupamos nele não pode ser compreendido sem esse princípio chave.
Como sempre, o que é verdadeiro para uma única alma humana também é verdadeiro para toda a humanidade. Enquanto qualquer um de nós ficar para trás no processo de transformação, continuaremos a participar do ciclo de nascimento, morte e renascimento – bem como a humanidade como um todo, até que exista uma massa crítica de pessoas realmente iluminadas que eliminem a dor e a morte para sempre.
A possibilidade de reencarnação não é uma licença para ignorar nossas responsabilidades espirituais nessa vida. Pelo contrário, a reencarnação deve ser um incentivo para completar nossas tarefas espirituais tão rapidamente quanto possível, cuidar do trabalho de transformação e viver vidas mais compassivas e compartilhadoras. Somente assim podemos sair da roda de chegada e partida no mundo e nos livrar da dor que inevitavelmente a acompanha.
Por: Yehuda Berg
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